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Filiadas: Representação nacional

Unir para agregar valor e compartilhar conhecimento. Essa pode ser uma das principais razões que levaram à criação das filiadas da ABAD. Graças ao trabalho e dedicação do grupo que fundou a ABAD, em 1981, hoje há representações em todos os Estados brasileiros e no Distrito Federal, que transmitem aos seus associados as orientações, diretrizes e, principalmente, os benefícios oferecidos pela entidade-mãe. São as filiadas que dão capilaridade ao trabalho produzido pela diretoria nacional da Associação.
A primeira filiada criada foi a Associação Cearense de Atacadistas e Distribuidores (ACAD). Fundada em agosto de 1983, é presidida por José Milton Alves Carneiro. “As entidades regionais são de fundamental importância para o crescimento das empresas, para o aprimoramento da atividade profissional”, afirma José Milton Alves Carneiro, ressaltando que a tônica de sua gestão é o entrosamento, a união entre os associados. “A intenção é trabalhar para conseguir benefícios para todos.”
Esses benefícios estão intimamente ligados ao trabalho que a ABAD desenvolve em prol das filiadas. “É como se nós fôssemos os filhos e a ABAD, um pai, sempre ao nosso lado”, compara. Na sua opinião, não dá para imaginar, no mundo atual, a vida isolada, sem o respaldo da associação nacional. “A ABAD e também as filiadas contribuem de forma decisiva para a sobrevida das empresas.”
Porém, o trabalho associativo apresenta muitos desafios. O maior deles, na visão de José Milton Alves Carneiro, é mostrar aos empresários do setor a importância e os benefícios resultantes da união de todos em torno de uma entidade. “Hoje, parece que todo mundo está sempre muito ocupado. Procuramos evidenciar que todos ganham quando compartilhamos objetivos. Nosso trabalho é trazer cada vez mais associados para a ACAD.”
Dois meses após a criação da ACAD, em outubro de 1983, foi fundada a Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores (ASPA). Para o presidente José Luiz Torres, a filiada desempenha um papel estratégico como entidade associativa, “pois o principal caminho para transformações concretas de um setor produtivo envolve a união da sua classe empresarial em torno de objetivos comuns para vencer os desafios que acabam por impactar a todos.”
Os benefícios da vida associativa são muitos, de acordo com José Luiz Torres. Segundo ele, através da Associação é possível adquirir novos conhecimentos, agregar forças e aglutinar ideias visando a apontar alternativas e encontrar soluções para os problemas que afligem o setor. “A entidade fomenta parcerias e desenvolve ações que trazem benefícios para o ambiente de negócios e contribuem efetivamente para a geração de emprego e renda.”
Nesse sentido, a ABAD tem importância fundamental. Para o presidente da ASPA, com um amplo conjunto de ações e serviços oferecidos, a ABAD proporciona meios para que atacadistas e distribuidores de todo o País estejam sempre alinhados, bem como capacitados e subsidiados com dados e informações para tomar as melhores decisões na condução do seu negócio. Torres acrescenta que, considerada uma das mais respeitadas associações empresariais do País, a ABAD se dedica ao aperfeiçoamento da relação entre agentes de distribuição, indústria e varejo e a conquistas para o setor em nível nacional.
A terceira filiada ABAD foi a Associação Gaúcha de Atacadistas e Distribuidores (AGAD), “fundada na histórica reunião realizada na noite de 20 de dezembro de 1983, no Hotel Continental, no centro de Porto Alegre”, conta o presidente da entidade, Izair Antonio Pozzer. Na sua opinião, a fundação da AGAD é resultado do anseio de integrantes do setor atacadista e distribuidor do Estado que visualizaram, naquele momento, a necessidade da existência de uma instituição que não só o representasse, mas também fosse um instrumento de sua qualificação e união. “Acima de tudo, que fosse capaz de evidenciar para a sociedade gaúcha a importância do segmento na cadeia de abastecimento e seu significativo desempenho na geração de emprego.”
Pozzer destaca que um dos primeiros desafios enfrentados pela nova entidade foi o de estar representada em todas as regiões do Estado. Hoje, afirma o presidente, a iniciativa daquele grupo de visionários deu frutos. “A Associação Gaúcha é uma instituição plenamente consolidada e consciente de suas responsabilidades para com as empresas associadas e perante a sociedade.”
Esse reconhecimento da AGAD se dá também, no entendimento de Izair Antonio Pozzer, pelo papel da ABAD como instituição balizadora das decisões e atitudes tomadas pela filiada desde a sua fundação. “A ABAD representa para o setor atacadista distribuidor um decisivo agente de unificação em todas as unidades da federação porque tem uma visão clara e direcionada do todo, sem abstrair realidades regionais.” Outro ponto de relevância da Associação é o diálogo aberto que promove com as representações políticas do País. “Isso tem sido de suma importância para o encaminhamento dos nossos pleitos.”
Fundado em 1956, o Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidores do Estado do Paraná (SINCAPR) filiou-se à ABAD em 1988. O presidente Paulo Pennacchi, que participa da Associação desde a sua fundação, em 1981, conta que ter representação em todos os Estados era um objetivo perseguido pela ABAD. “Isso é muito importante para a representatividade nacional.”
E por acreditar nessa importância, ao assumir a presidência da ABAD, em 1999, Pennacchi se empenhou pela criação de filiadas. Ele conta que, certo dia, um supervisor seu que trabalhava no Amapá ligou dizendo que havia interesse em fundar uma filiada no Estado. “Fomos para lá e fundamos.” Os Estados que não tinham representação, vendo os benefícios que a ABAD oferecia, procuravam montar uma filiada. Depois de criadas, as filiadas recebiam toda a orientação para o seu funcionamento.
Paulo Pennacchi destaca que o associativismo é fundamental em todos os setores. “É cada um trocar as suas experiências, é ver o que tem de bom e copiar. Tudo se resume em unir para agregar valor e compartilhar conhecimento.”